13 de fevereiro de 2011

O mais doce

À ti presto a minha rima
Pela graça de quem ensina
Por emprestar graça aos dias
E risos aos rostos
Pela simplicidade da tua alma
E doçura do teu sangue
Tão grandes
Quanto tua carcaça de bravura
Com saudades, peço a tua rima
Que inspira nossos corações
Enquanto feito açúcar se desfaz
E adoça nossa sina
Feito sobremesa
Agora nos traga paz
Em forma de lembrança acesa

Para meu avô

3 comentários:

Bruna disse...

Transformar dor em poesia. Linda e leve.

helo disse...

nosso carneiro lindo :)

Vivian Valsou disse...

Muito bonito.
Senti em mim.